O resultado positivo no exame de sangue é motivo de comemoração, mas também de muitas dúvidas para as mulheres. Mães de primeira viagem e até mesmo as que já passaram por uma gestação costumam se sentir inseguras, e nem sempre o médico tem tempo para esclarecer os questionamentos sobre todas as etapas da gravidez. O que já era uma desconfiança virou certeza para a enfermeira obstetra Luciana Magnoni Reberte, da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP). A partir de uma pesquisa patrocinada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ela constatou que, da fase pré-natal ao puerpério, as mulheres recebem pouca orientação sobre as mudanças que vão acontecer na vida delas.
As dúvidas das gestantes estimularam a enfermeira a escrever uma cartilha, vencedora da oitava edição do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o Sistema Único de Saúde, promovido pelo Ministério da Saúde. Disponível gratuitamente pela internet, a publicação tem como objetivo desmistificar as principais dúvidas acerca da gravidez e, assim, garantir um parto seguro para a gestante.
Acesse o link e veja a matéria completa e a cartilha desenvolvida pela enfermeira Luciana Magnoni Reberte:
http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=10418§ionID=38
Fonte: COFEN
Criei este blog com a finalidade de fornecer mais um espaço para a divulgação da ENFERMAGEM! Como todo ENFERMEIRO é um eterno educador, o blog oferecerá informações sobre saúde, educação e bem-estar. Informe-se e amplie seus conhecimentos!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Contribuição para conselhos profissionais poderá ter nova regra
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6463/09, do Executivo, que estabelece regras para contribuições a conselhos profissionais, quando não houver lei específica. Segundo o projeto, os conselhos poderão cobrar de seus inscritos anuidades, multas por violação ética e outras obrigações definidas em lei especial. Não haverá cobrança de taxa de inscrição no conselho.
De acordo com a proposta, as anuidades serão de até R$ 500 para cada profissional e, no caso de empresas, vão variar conforme o capital social. Profissionais recém formados terão desconto de 50%.
Reajustes pelo INPC
As anuidades deverão ser pagas até 1º de março de cada ano e, em caso de parcelamento, a primeira parcela também terá vencimento em 1º de março. Os valores serão reajustados de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Segundo o projeto, não haverá protesto de dívida nem comunicação aos órgãos de proteção ao crédito pelo não pagamento de anuidades. A anuidade deixará de ser cobrada do profissional inscrito após 40 anos de contribuição.
Atraso
O profissional ou a empresa que não pagar anuidade ou multa por mais de dois anos poderá ter a inscrição cancelada. Pagos os valores em atraso, no entanto, fica automaticamente regularizada a situação.
O projeto ainda estabelece que constará de legislação específica o percentual da arrecadação com anuidades e multas destinado ao conselho federal e aos regionais. A divisão de valores ocorrerá no momento da arrecadação ou, no máximo, até o fim de mês seguinte ao da arrecadação.
Cobrança indevida
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que assina o projeto de lei, afirma que a proposta é um pedido do Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas, que querem atualizar a legislação sobre o assunto. Atualmente, a cobrança é feita com base na Lei 11.000/04, mas tem sido considerada indevida pelo Poder Judiciário.
"A Lei 11.000/04 permite que os conselhos fixem o valor de suas anuidades, porém o dispositivo legal vem sendo considerado inconstitucional por diversos magistrados", observa o ministro.
Por outro lado, a Lei 6.994/82, que é hoje considerada vigente pelo Poder Judiciário, fixa os valores com base no maior valor de referência (MVR), extinto em 1991, o que dificulta sua aplicação.
Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 3507/08, do ex-deputado Tarcísio Zimmermann, que trata do mesmo assunto. Os textos tramitam em caráter conclusivo e serão analisados pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
De acordo com a proposta, as anuidades serão de até R$ 500 para cada profissional e, no caso de empresas, vão variar conforme o capital social. Profissionais recém formados terão desconto de 50%.
Reajustes pelo INPC
As anuidades deverão ser pagas até 1º de março de cada ano e, em caso de parcelamento, a primeira parcela também terá vencimento em 1º de março. Os valores serão reajustados de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Segundo o projeto, não haverá protesto de dívida nem comunicação aos órgãos de proteção ao crédito pelo não pagamento de anuidades. A anuidade deixará de ser cobrada do profissional inscrito após 40 anos de contribuição.
Atraso
O profissional ou a empresa que não pagar anuidade ou multa por mais de dois anos poderá ter a inscrição cancelada. Pagos os valores em atraso, no entanto, fica automaticamente regularizada a situação.
O projeto ainda estabelece que constará de legislação específica o percentual da arrecadação com anuidades e multas destinado ao conselho federal e aos regionais. A divisão de valores ocorrerá no momento da arrecadação ou, no máximo, até o fim de mês seguinte ao da arrecadação.
Cobrança indevida
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que assina o projeto de lei, afirma que a proposta é um pedido do Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas, que querem atualizar a legislação sobre o assunto. Atualmente, a cobrança é feita com base na Lei 11.000/04, mas tem sido considerada indevida pelo Poder Judiciário.
"A Lei 11.000/04 permite que os conselhos fixem o valor de suas anuidades, porém o dispositivo legal vem sendo considerado inconstitucional por diversos magistrados", observa o ministro.
Por outro lado, a Lei 6.994/82, que é hoje considerada vigente pelo Poder Judiciário, fixa os valores com base no maior valor de referência (MVR), extinto em 1991, o que dificulta sua aplicação.
Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 3507/08, do ex-deputado Tarcísio Zimmermann, que trata do mesmo assunto. Os textos tramitam em caráter conclusivo e serão analisados pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
Imunoglobulina intravenosa reduz dor em pacientes com dor crônica
Embora o tratamento não tenha funcionado para todos os paciente, para muitos, houve uma mudança significativa
Um tratamento já utilizado para doenças auto-imunes como a artrite reumatóide parece também trabalhar para a dor crônica, os cientistas descobriram que uma pequena dose de imunoglobulina intravenosa (IVIG) reduz a dor em pouco menos da metade dos pacientes tratados.
O alívio dura uma média de cinco semanas, com poucos ou nenhum efeito secundário, relatou o Annals of Internal Medicine.
Embora o tratamento não tenha funcionado para todos os paciente, para muitos, houve uma mudança significativa.
O pesquisador chefe, Andreas Goebel disse que o real efeito do tratamento na clínica pode vir a ser ainda maior porque a terapia pode ser administrada em doses mais elevadas, e o tratamento repetido pode ter efeitos adicionais.
"IVIG normalmente é repetida a cada quatro semanas e estamos trabalhando para desenvolver formas que permitam que os pacientes administrem o tratamento em suas próprias casas", disse ele.
Os peritos não estão inteiramente certos porque algumas pessoas desenvolvem CRPS, mas a última descoberta de como tratá-la sugere que possa ser com imunoglobulina,pois contém anticorpos que ajudam a amortecer a inflamação.
A equipe do Liverpool no Pain Research Institute testou o tratamento em 13 dos seus pacientes que estavam sentindo dor crônica nos últimos seis meses, pelo menos.
Professor Franz Blaes, da Universidade de Giesseu na Alemanha, também tem realizado o tratamento em pacientes com CRPS. "Nós vimos o mesmo em nossos pacientes em estágios mais agudo da doença." Entre trinta e cinqüenta por cento dos pacientes se beneficiam com o tratamento.
Também conhecida como Distrofia Simpático Reflexa, síndrome de dor complexa regional (CRPS) envolve uma disfunção do sistema nervoso que causa dor muitas vezes implacável.
Ela geralmente se desenvolve após uma lesão ou trauma de um membro, e continua após a lesão tem cicatrizado.
Fonte: Isaude.net
Um tratamento já utilizado para doenças auto-imunes como a artrite reumatóide parece também trabalhar para a dor crônica, os cientistas descobriram que uma pequena dose de imunoglobulina intravenosa (IVIG) reduz a dor em pouco menos da metade dos pacientes tratados.
O alívio dura uma média de cinco semanas, com poucos ou nenhum efeito secundário, relatou o Annals of Internal Medicine.
Embora o tratamento não tenha funcionado para todos os paciente, para muitos, houve uma mudança significativa.
O pesquisador chefe, Andreas Goebel disse que o real efeito do tratamento na clínica pode vir a ser ainda maior porque a terapia pode ser administrada em doses mais elevadas, e o tratamento repetido pode ter efeitos adicionais.
"IVIG normalmente é repetida a cada quatro semanas e estamos trabalhando para desenvolver formas que permitam que os pacientes administrem o tratamento em suas próprias casas", disse ele.
Os peritos não estão inteiramente certos porque algumas pessoas desenvolvem CRPS, mas a última descoberta de como tratá-la sugere que possa ser com imunoglobulina,pois contém anticorpos que ajudam a amortecer a inflamação.
A equipe do Liverpool no Pain Research Institute testou o tratamento em 13 dos seus pacientes que estavam sentindo dor crônica nos últimos seis meses, pelo menos.
Professor Franz Blaes, da Universidade de Giesseu na Alemanha, também tem realizado o tratamento em pacientes com CRPS. "Nós vimos o mesmo em nossos pacientes em estágios mais agudo da doença." Entre trinta e cinqüenta por cento dos pacientes se beneficiam com o tratamento.
Também conhecida como Distrofia Simpático Reflexa, síndrome de dor complexa regional (CRPS) envolve uma disfunção do sistema nervoso que causa dor muitas vezes implacável.
Ela geralmente se desenvolve após uma lesão ou trauma de um membro, e continua após a lesão tem cicatrizado.
Fonte: Isaude.net
Vacina pode reduzir mortes por tuberculose em pacientes HIV+
Entre os 2000 pacientes testados, o número de casos de tuberculose confirmados foi 39% menor no grupo vacinado
Estudo sugere que vacina pode reduzir casos de tuberculose (TB) entre os africanos soropositivos por quase dois quintos.Uma pesquisa realizada pela Dartmouth Medical School envolvendo 2.000 pessoas encontraram um número significativamente menor de casos de TB em pacientes vacinados.
A vacina funciona através do aumento da resposta imune de pacientes que já receberam a vacina BCG cedo na vida.
Em si, a BCG pode oferecer alguma proteção contra a tuberculose, mas isso está longe de ser certo, e a proteção pode durar apenas alguns anos após a imunização.A infecção pulmonar é a causa mais comum de morte entre os pacientes com HIV no continente.
Especialistas dizem que a vacina poderia ser uma opção mais barata para os países que lutam para encontrar dinheiro extra para anti-HIV.
Pacientes com HIV são particularmente vulneráveis à tuberculose, porque os seus sistemas imunitários estão comprometidos.
"A tuberculose é um enorme problema - um terço das pessoas vivendo com HIV na África estão infectadas" Alvaro Bermejo, International HIV/Aids Alliance Álvaro Bermejo, International HIV / AIDS Alliance
Entre os 2.000 pacientes HIV positivos da Tanzânia, testados durante um período de sete anos pelos pesquisadores da Dartmouth Medical School, o número de casos de tuberculose confirmados foi 39% menor no grupo vacinado .
Primeira vacina
Professor Ford von Reyn, que liderou o estudo, disse que era um "marco importante".
Uma teoria sugere agora que os pacientes poderão receber a vacina de reforço, logo que são diagnosticadas com HIV, antes de medicamentos anti-retrovirais.
Álvaro Bermejo, diretor executivo da International HIV / AIDS Alliance, disse que a outra maneira de combater a tuberculose em pacientes HIV poderia ser a de dar-lhes anti-retrovirais mais cedo, uma opção cara em comparação com um programa de vacinação.
Ele disse: "Essa é uma descoberta muito importante - é a primeira vez que nós vamos ter uma vacina que é influente na prevenção de infecções oportunistas em doentes com HIV.
"A tuberculose é um grande problema - um terço das pessoas vivendo com HIV na África estão infectadas com ele.
"A redução de 39% visto na Tanzânia, apesar de não fabuloso, é um bom resultado."
Fonte: Isaude.net
Estudo sugere que vacina pode reduzir casos de tuberculose (TB) entre os africanos soropositivos por quase dois quintos.Uma pesquisa realizada pela Dartmouth Medical School envolvendo 2.000 pessoas encontraram um número significativamente menor de casos de TB em pacientes vacinados.
A vacina funciona através do aumento da resposta imune de pacientes que já receberam a vacina BCG cedo na vida.
Em si, a BCG pode oferecer alguma proteção contra a tuberculose, mas isso está longe de ser certo, e a proteção pode durar apenas alguns anos após a imunização.A infecção pulmonar é a causa mais comum de morte entre os pacientes com HIV no continente.
Especialistas dizem que a vacina poderia ser uma opção mais barata para os países que lutam para encontrar dinheiro extra para anti-HIV.
Pacientes com HIV são particularmente vulneráveis à tuberculose, porque os seus sistemas imunitários estão comprometidos.
"A tuberculose é um enorme problema - um terço das pessoas vivendo com HIV na África estão infectadas" Alvaro Bermejo, International HIV/Aids Alliance Álvaro Bermejo, International HIV / AIDS Alliance
Entre os 2.000 pacientes HIV positivos da Tanzânia, testados durante um período de sete anos pelos pesquisadores da Dartmouth Medical School, o número de casos de tuberculose confirmados foi 39% menor no grupo vacinado .
Primeira vacina
Professor Ford von Reyn, que liderou o estudo, disse que era um "marco importante".
Uma teoria sugere agora que os pacientes poderão receber a vacina de reforço, logo que são diagnosticadas com HIV, antes de medicamentos anti-retrovirais.
Álvaro Bermejo, diretor executivo da International HIV / AIDS Alliance, disse que a outra maneira de combater a tuberculose em pacientes HIV poderia ser a de dar-lhes anti-retrovirais mais cedo, uma opção cara em comparação com um programa de vacinação.
Ele disse: "Essa é uma descoberta muito importante - é a primeira vez que nós vamos ter uma vacina que é influente na prevenção de infecções oportunistas em doentes com HIV.
"A tuberculose é um grande problema - um terço das pessoas vivendo com HIV na África estão infectadas com ele.
"A redução de 39% visto na Tanzânia, apesar de não fabuloso, é um bom resultado."
Fonte: Isaude.net
Obesidade na adolescência e esclerose múltipla
Novas descobertas relacionam obesidade na adolescência com um risco aumentado de desenvolver esclerose múltipla
Novas descobertas relacionam a obesidade, especialmente no final da adolescência, com um risco aumentado de desenvolver esclerose múltipla (EM) mais tarde na vida.
Um estudo conduzido por Kassandra Munger, associado ao grupo de pesquisa do professor de epidemiologia e nutrição Alberto Ascherio, analisou a associação entre o tamanho corporal e o risco de EM em dois grandes grupos de mulheres.
No estudo, as mulheres com um índice de massa corpórea com indicativo de obesidade (IMC 30 ) tinham mais do dobro do risco de desenvolver esclerose múltipla, em comparação às mulheres que tiveram um índice de massa corpórea indicativo de tamanho corporal normal (IMC 18,5 a <21).
"As mulheres que eram obesas aos 18 anos tem um risco aumentado em dobro de EM, em comparação com as mulheres que tinham peso normal aos 18 anos", disse Munger. A obesidade na infância, adolescência, cedo ou mais tarde, na idade adulta, não parece ser tão importante como a obesidade nessa faixa etária na previsão de risco de EM.
Munger e seus colegas estudam a obesidade, porque encontram previamente que a vitamina D protege contra esclerose múltipla, e os obesos são acreditados por terem em menores níveis essa vitamina na circulação sanguínea. O estudo atual, no entanto, não estabelece se o baixo nível de vitamina D em obesos tem ligação com EM. Outro fator biológico a considerar é que o tecido adiposo tem propriedades antiinflamatórias, que podem afetar a função imune. Assim, o sistema imune pode se comportar de forma diferente quando o tecido excesso de gordura está presente no corpo.
Outras análises devem ser realizados para confirmar a aparente ligação entre obesidade e a esclerose múltipla, e determinar se podem ser generalizados à raça, sexo e populações geográfica diferente do estudo atual. "Este é, até agora, um estudo sobre esta associação, sendo importante que esses resultados sejam replicados em outras populações", explicou Munger.
Fonte: Isaude.net
Novas descobertas relacionam a obesidade, especialmente no final da adolescência, com um risco aumentado de desenvolver esclerose múltipla (EM) mais tarde na vida.
Um estudo conduzido por Kassandra Munger, associado ao grupo de pesquisa do professor de epidemiologia e nutrição Alberto Ascherio, analisou a associação entre o tamanho corporal e o risco de EM em dois grandes grupos de mulheres.
No estudo, as mulheres com um índice de massa corpórea com indicativo de obesidade (IMC 30 ) tinham mais do dobro do risco de desenvolver esclerose múltipla, em comparação às mulheres que tiveram um índice de massa corpórea indicativo de tamanho corporal normal (IMC 18,5 a <21).
"As mulheres que eram obesas aos 18 anos tem um risco aumentado em dobro de EM, em comparação com as mulheres que tinham peso normal aos 18 anos", disse Munger. A obesidade na infância, adolescência, cedo ou mais tarde, na idade adulta, não parece ser tão importante como a obesidade nessa faixa etária na previsão de risco de EM.
Munger e seus colegas estudam a obesidade, porque encontram previamente que a vitamina D protege contra esclerose múltipla, e os obesos são acreditados por terem em menores níveis essa vitamina na circulação sanguínea. O estudo atual, no entanto, não estabelece se o baixo nível de vitamina D em obesos tem ligação com EM. Outro fator biológico a considerar é que o tecido adiposo tem propriedades antiinflamatórias, que podem afetar a função imune. Assim, o sistema imune pode se comportar de forma diferente quando o tecido excesso de gordura está presente no corpo.
Outras análises devem ser realizados para confirmar a aparente ligação entre obesidade e a esclerose múltipla, e determinar se podem ser generalizados à raça, sexo e populações geográfica diferente do estudo atual. "Este é, até agora, um estudo sobre esta associação, sendo importante que esses resultados sejam replicados em outras populações", explicou Munger.
Fonte: Isaude.net
Biodireito e as questões relacionadas ao início e ao fim da vida
ENTREVISTA
A pluralidade de pontos de vista e a falta de unanimidade sobre o que é vida, quando ela começa ou termina, o que se entende por vida digna ou morte digna, dificultam o legislador a redigir normas. Na entrevista com a Profª Drª Taka Oguisso percebemos que se busca o direito à vida é a vida com dignidade, e não apenas sobrevivência.
Por Vanessa Navarro
Para ler a entrevista completa acesse o link: http://www.nursing.com.br/article.php?a=839
Fonte: nursing.com.br
Hospital de Curitiba utiliza processo inovador no atendimento de PS
O Hospital VITA Curitiba atua com um método inovador no Paraná, o de atendimento estratificado no pronto socorro, tal método possibilita definir com precisão a prioridade de atendimento dos casos de urgências. O processo tem como base a cartilha de Política Nacional de Humanização, desenvolvida pelo Ministério da Saúde.
Segundo a Coordenadora Médica do Hospital VITA Curitiba, Ivana Roseira Gomes, a priorização do atendimento é definida por condição clínica e risco envolvido, e não por ordem de chegada, porém de forma humanizada e com respeito absoluto ao paciente que procura o serviço.
De acordo com os sintomas apresentados pelo paciente, é utilizada uma escala de gravidade classificada por cores: vermelho (emergência), laranja (muito urgente), amarelo (urgente), verde (pouco urgente) e azul (não urgente), nessa ordem, sendo o vermelho o paciente em estado mais grave e o primeiro a ser atendido, e o azul, para casos sem risco.
O quadro definido para aplicação no serviço se baseia na avaliação objetiva e subjetiva de indicadores gerais de atendimento que incluem: risco de vida, hemorragia, grau de sofrimento, nível de consciência e dados vitais (temperatura, pressão arterial, frequência cardíaca, etc).
O Hospital VITA Curitiba realiza em média 10 mil atendimentos mensais no Pronto Socorro, chegando a atender em único dia quase 500 pacientes.
O profissional de enfermagem envolvido no processo está atento desde o primeiro contato com o usuário, já para avaliar o critério de classificação emergência/muito urgente e, a partir desta identificação, promover a transferência imediata do paciente para a sala de emergência, com devido acionamento da equipe multidisciplinar.
Com este foco, o hospital criou o Centro Médico do Hospital VITA Curitiba, que fica anexo ao pronto socorro, e possibilita o agendamento de consultas nas mais diversas especialidades. Desta forma, evita-se a superlotação da unidade de emergência e garante-se a segurança do usuário em estado crítico.
Fonte: nursing.com.br
Segundo a Coordenadora Médica do Hospital VITA Curitiba, Ivana Roseira Gomes, a priorização do atendimento é definida por condição clínica e risco envolvido, e não por ordem de chegada, porém de forma humanizada e com respeito absoluto ao paciente que procura o serviço.
De acordo com os sintomas apresentados pelo paciente, é utilizada uma escala de gravidade classificada por cores: vermelho (emergência), laranja (muito urgente), amarelo (urgente), verde (pouco urgente) e azul (não urgente), nessa ordem, sendo o vermelho o paciente em estado mais grave e o primeiro a ser atendido, e o azul, para casos sem risco.
O quadro definido para aplicação no serviço se baseia na avaliação objetiva e subjetiva de indicadores gerais de atendimento que incluem: risco de vida, hemorragia, grau de sofrimento, nível de consciência e dados vitais (temperatura, pressão arterial, frequência cardíaca, etc).
O Hospital VITA Curitiba realiza em média 10 mil atendimentos mensais no Pronto Socorro, chegando a atender em único dia quase 500 pacientes.
O profissional de enfermagem envolvido no processo está atento desde o primeiro contato com o usuário, já para avaliar o critério de classificação emergência/muito urgente e, a partir desta identificação, promover a transferência imediata do paciente para a sala de emergência, com devido acionamento da equipe multidisciplinar.
Com este foco, o hospital criou o Centro Médico do Hospital VITA Curitiba, que fica anexo ao pronto socorro, e possibilita o agendamento de consultas nas mais diversas especialidades. Desta forma, evita-se a superlotação da unidade de emergência e garante-se a segurança do usuário em estado crítico.
Fonte: nursing.com.br
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